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I – Gráficos - O Volume
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Vejamos um exemplo das duas escalas:
Neste
exemplo, podemos ver uma escala com base zero
(
Zero-Based Scale
), e uma outra escala ajustada
relativamente (
Relative-Adjusted Scale
).
Como podemos ver pela primeira, dado que é
apresentada a escala por inteiro, desde o zero até ao
seu valor máximo, as pequenas oscilações que sofrem
diariamente acima ou abaixo da média diária de
Volume, são pouco visíveis no Volume, pois é apenas
uma pequena parte do total de Volume médio diário,
mas se mostrarmos essa escala a começar do Volume
mínimo apresentado nesse gráfico, ou pelo menos lá
perto, como está no exemplo acima, já se notará com
muito mais facilidade as oscilações diárias do Volume de
transacções desse activo financeiro, sendo por isso a
melhor forma de escala que se possa usar no Volume
de entre as duas.
No gráfico anterior, tanto a área de preços e a área do
Volume, como as duas escalas associadas a essas duas
áreas, estavam separadas no gráfico, mas essa
separação não é algo necessário e pode roubar
importante espaço de trabalho, o ideal seria se ambas
ocupassem o mesmo espaço.
Mas vejamos um exemplo de um gráfico com a área de
Volume fundida com a área dos preços, e cuja escala foi
fundida à escala de preços também, sendo suprimida do
gráfico.
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NOTA:
Se possível escolher entre
a escala
Zero-Based
e a
Relative-Adjusted
, a
segunda será a melhor,
pois ao contrário da
primeira que começa
sempre no valor zero,
esta segunda começa só
a partir do valor mínimo e
isso faz com que no
gráfico de Volume se
possam ver melhor as
variações do mesmo.
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