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I – Gráficos - O Volume
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Aqui temos o gráfico falado acima:
Pelo gráfico verifica-se que o Volume e os preços
partilham a mesma área, mas não é por isso que
deixam essas duas áreas de ser bem perceptíveis e
fáceis de interpretar.
Quando ao facto de não existir uma escala para o
Volume, ao contrário da que existe no gráfico anterior,
não é relevante, pois por norma, passando com o rato
por cima de um dado preço, costumam aparecer os
dados do mesmo, incluindo o valor, visíveis para nossa
consulta, além de que o mais importante na
interpretação do Volume será a sua oscilação e não o
seu valor em si.
Iremos estudar de seguida, outros campos dos preços,
necessários para se poder estudar os próximos tipos de
representação gráfica, pois ainda só estudamos o Fecho
e o Volume, e esses métodos de representação gráfica
usam outros três que iremos ver de seguida.
Por motivos de habituação ao uso do Volume nos
gráficos e à gradual habituação da sua relação com os
movimentos de preços, serão apresentados gráficos
com o Volume já inserido neles, nos três principais tipos
de gráficos, que além deste serão os Gráficos de Barras
e os gráficos de Velas Japonesas.
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Pág.
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NOTA:
A forma ideal de se ter o
Volume mostrado no
gráfico costuma ser a que
funde a escala do Volume
com a do gráfico e assim
se poupa espaço de
trabalho.
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